Estruturas metálicas: Soluções na Arquitetura Inclusiva - GalvaMinas
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Estruturas metálicas: Soluções na Arquitetura Inclusiva

Você já ouviu falar em arquitetura inclusiva? Talvez não, mas, com certeza já viu sua aplicação em algum local. Ela desenvolve as formas de construção que respeita a diversidade humana e gera acessibilidade para todos. As estruturas metálicas são essenciais na sua aplicação, oferecem conforto e segurança aos usuários dos espaços. Neste post, falaremos mais sobre esse assunto. Confira!

Arquitetura inclusiva

Usar o banheiro, subir escadas, andar pela calçada ou simplesmente abrir uma porta. Essas são tarefas fáceis que executamos no dia a dia. Porém, elas podem ser complicadas para pessoas que possuem alguma deficiência, limitação ou mobilidade reduzida. A arquitetura inclusiva desenvolve projetos fora do comum (baseados nas pessoas padrões), garantindo o direito de ir e vir de todas as pessoas.

Antigamente, as construções eram feitas com projetos pensados para pessoas jovens, saudáveis e esbeltas. Com isso os deficientes, idosos, grávidas, crianças e todo cidadão que fugia do “modelo padrão” eram excluídos. Após a Segunda Guerra Mundial, as barreiras arquitetônicas ficaram evidentes. Os veteranos de guerra, mutilados e acidentados, não conseguiam ter acesso a esses locais.

Nos anos 1960, o primeiro modelo de padronização de acessibilidade surgiu nos Estados Unidos. No Brasil, essa conscientização começou a ser elaborada nos anos 1980. Em 1985, foi publicada a NBR 905 – Acessibilidade a edificações, mobiliário, de espaços e equipamentos urbanos, da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). A Constituição Federal de 1988, já se referia ao direito de acessibilidade, mas sem cobrar o seu cumprimento. Só nos anos 2000, o assunto se tornou oficial originando as Leis Federais 10.048 e 10.098.

Design universal

Os princípios do design universal já fazem parte da grade curricular dos cursos de engenharia e arquitetura. Ele visa desenvolver ambientes e produtos para serem usados por todas as pessoas, na maior extensão possível, sem necessidade de adaptação. São princípios:

– Uso Equitativo;

– Flexibilidade de uso;

– Baixo esforço físico;

– Tolerância ao erro;

– Uso simples e intuitivo;

– Tamanho e espaço para interação e uso;

– Informação perceptível;

– Vão de porta de 0,80 mm (mínimo);

– Diâmetro mínimo de 1,50 mm para manobras de uma cadeira;

– Circulação de largura de 0,90 m e altura de 2,10m.

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Estruturas metálicas na arquitetura inclusiva

As estruturas metálicas são aplicadas de diversas formas na arquitetura inclusiva. Elas vão desde materiais simples até implementos tecnológicos. Por serem muito resistentes e, ao mesmo tempo, leves e adaptáveis, se tornaram essenciais na criação desses espaços. As estruturas metálicas estão presentes em praticamente todas as construções inclusivas, oferecendo facilidades e conforto às pessoas.

Alguns exemplos de utilização das estruturas metálicas na arquitetura inclusiva:

– Barras de apoio;

– Corrimão;

– Bancadas;

– Plataformas;

– Elevadores;

– Elementos táteis (marcações e sinalizações em pisos e calçadas);

– Placas;

Portas;

– Botões em alto-relevo;

– Cadeiras, entre outros.

Com as novas tecnologias também são implantados aparelhos modernos que recebem comando por voz, toques e outras formas facilitadas.

A arquitetura inclusiva é uma realidade e as estruturas metálicas são fundamentais para a sua implementação. Ficou com alguma dúvida sobre esse assunto? Deixe o seu comentário abaixo.

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